A biologia é a ciência responsável pelo estudo dos seres vivos, e esta dentre todas as suas ramificações possui um ramo dedicado ao estudo destes seres vivos em sua relação com o espaço onde habitam e entre si, a Ecologia.
Diferentemente do pensamento cunhado ao logo das ultimas décadas ecologia não é somente a preocupação nossa em reciclar os materiais, nem causar poucos danos ao meio ambiente. Ecologia é o estudo de como os seres vivos interagem entre si por meio de relações as quais podemos chamar de simbióticas.
A cidade vista como um ecossistema apresenta seres de diversas espécies, Humanos, Veículos, Fauna, Flora, ‘SUBSTRATOS’ Infra-estruturais e os Seres Arquitetônicos, agindo e reagindo de formas simbióticas.
Solà-Morales, indica que precisamos prestar atenção na simbiose entre o território e as operações de ocupação do mesmo. Então as relações simbióticas entre o meio (terreno, espaço urbano) e a Arquitetura é o que faz com que haja devida compreensão da organização das cidades.
Estes Seres Arquitetônicos se adaptam de diversas formas ao seu meio, se relacionando tal qual visto na Ecologia, e por isso podemos classificá-los nos tipos de simbiose, positivas ou negativas.
Alguns edifícios se portam de modo Simbiótico-Positivo, comportando-se de maneira a trazer benefícios a pelo menos um dos envolvidos na relação, ou ao menos não causam prejuízo. Outros edifícios se comportam de forma Simbiótico-Negativa, apresentando uma relação que traz prejuízos para ao menos um dos envolvidos.
Este espaço realizará estudos e definições sobre os métodos de relacionamento ecológico dos seres arquitetônicos e seus uso e meio.
Semanalmente estarei postando estudos de caso, os quais exemplificarão as relações dos edifícios e seus usuário, ecossistema, redes de fluxos e demais fatores determinandes de sua ecologia.
Aproveitem o espaço e discutamos a Ecologia Urbana

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